Archive for the ‘PNL’

Desafio | METAS05.25.10

“Um futuro elevado e realizado se baseia em atitudes concretas tomadas no presente” (O’Donnell)

Uma das coisas mais importantes para se ter uma vida feliz é sentir-se realizado. E para isso é preciso ter planos.
Ser determinada, motivada e devotada a uma causa particularmente SUA é fundamental.
Inúmeras vezes escutei uma estória, mas ela nunca havia feito tanto sentido quanto da última vez…

“Numa aula de filosofia, o professor queria demonstrar um conceito aos seus alunos. Para tanto, ele pegou um vaso de boca larga e dentro colocou, primeiramente, algumas pedras grandes. Então perguntou à classe:
- Está cheio ?
Pelo que viam, o vaso estava repleto; então os alunos, unanimemente, responderam:
- Sim !
O professor então pegou um balde de pedregulhos e virou dentro do vaso. Os pequenos pedregulhos se alojaram nos espaços entre as pedras grandes. Então ele perguntou aos alunos:
- E agora, está cheio ?
Desta vez, alguns estavam hesitantes, mas a maioria respondeu:
- Sim !
Continuando, o professor levantou uma lata de areia e começou a derramar a areia dentro do vaso. A areia preencheu os espaços entre as pedras e os pedregulhos. E, pela terceira vez, o professor perguntou:
- Então, está cheio ?
Agora, a maioria dos alunos estava receosa, mas novamente muitos responderam:
- Sim !
Finalmente, o professor pegou um jarro com água e despejou o líquido dentro do vaso. A água encharcou e saturou a areia. Neste ponto, o professor perguntou para a classe:
- Qual o objetivo desta demonstração ?
Um jovem e “brilhante” aluno levantou a mão e respondeu:
- Não importa o quanto a “agenda” da vida de alguém esteja cheia, ele sempre conseguirá “espremer” dentro mais coisas !
- Não exatamente, respondeu o professor. O ponto é o seguinte: a menos que você, em primeiro lugar, coloque as pedras grandes dentro do vaso, nunca mais conseguirá colocá-las lá dentro. Vamos, experimente, disse o professor ao aluno, entregando-lhe outro vaso igual ao primeiro, com a mesma quantidade de pedras grandes, pedregulhos, areia e água. O aluno começou a experiência, colocando a água, depois a areia, depois os pedregulhos e, por último, tentou colocar as pedras grandes. Verificou, surpreso, que elas não couberam no vaso. Ele já estava repleto com as coisas menores. Então, o professor explicou para o rapaz:
- As pedras grandes são as coisas realmente importantes de sua vida: seu crescimento pessoal e espiritual. Quando você dá prioridade a isso e mantém-se aberto para o novo, as demais coisas se ajustarão por si só: seus relacionamentos, suas obrigações, profissão, seus bens e direitos materiais e todas as demais coisas menores que completam a vida. Mas, se você preencher sua vida somente com as coisas pequenas, então aquelas que são realmente importantes nunca terão espaço em sua vida.”

Por isso, devemos eleger nossas PRIORIDADES e nos determinar a alcançar nossos objetivos. Primeiro, o PRINCIPAL deles, em seguida, os secundários.
Já fiz meu PLANO DE METAS. DESAFIO VOCÊS que façam também. Quando se faz um plano de metas há um COMPROMETIMENTO com as metas e consigo mesmo. Uma dica é utilizar verbos para que fiquem mais claras e também ficará mais claro saber se foram cumpridas.

Exemplos de metas (se quiserem, podem especificar os prazos e fazer um quadro):

METAS A CURTO PRAZO (ATÉ 1 ANO)
METAS A MÉDIO PRAZO (ATÉ 5 ANOS)
METAS A LONGO PRAZO (PARA DAQUI A 10 ANOS)

[Ex: “Emagrecer 10 kg”; “Comprar uma casa própria”; “Casar”, etc.] – É importante que as metas sejam em diversas áreas, tais como saúde, carreira, financeira, afetiva, lazer, preparação física, etc..

Ah, se postarem no blog, avisem-me. Vou adorar acompanhar o progresso de vocês.

Beijocas e boa sorte!

P.S.: Rakeu, te amodoro, amiga linda!!!
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Aprenda a dizer NÃO e seja mais feliz!09.14.09

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Muitas vezes não dizemos a palavra ‘não’ porque sentimos que pode ser um instrumento ríspido demais, que pode produzir vergonha e sentimentos de rejeição. Por outro lado, ela pode ser um “grito de guerra”, que provoca uma resistência imediata e faz com que a outra parte reaja instantaneamente.

Com as crianças, é muito fácil usar e abusar da palavra ‘não’, só que com o tempo a palavra pode perder força e credibilidade, porque elas aprendem a ignorá-lo ou a acreditar que, na realidade, quer dizer ‘talvez’ (e isso muitas vezes é culpa nossa, que não somos claros no nosso sim e no nosso não).

Por ser tão poderoso, quando se utiliza o ‘não’, devemos ter clara a intenção e devemos empregá-lo com cautela e parcimônia. Por isso, na maioria das vezes, melhor é usar outras palavras para transmitir a mesma mensagem. Assim, é possível dizer um ‘não’ categórico sem efetivamente pronunciar a palavra.

Eis alguns exemplos:
* No meio de uma consulta médica, a filha de cinco anos insiste com seu pai que ela quer ir embora. Querida, nós vamos ficar”, responde calmamente o pai.
* Na tentativa de obter um preço menor, um cliente insiste em desmontar a oferta de uma empresa de limpeza, separando os produtos de limpeza dos serviços de treinamento e gerenciamento. “Nosso produto é um pacote completo”, responde o representante da empresa.
* Ao telefone, ouvindo um bombardeio de insultos lançados por um importante investidor, o executivo de um hotel responde calmamente: “Entraremos em contato com o senhor amanhã sem falta”, e desliga o telefone, para todos os efeitos dizendo ‘não’ ao comportamento do cliente.

Em todos os casos, o significado e poder do ‘não’ foram transmitidos claramente, mas sem que a palavra fosse proferida. O ‘não’ permaneceu subentendido, tácito.

Uma opção é focar a atenção no ‘sim’ inicial e no ‘sim’ final, deixando o ‘não’ implícito. Por exemplo, diante da perspectiva de uma longa viagem de carro com um amigo que fala demais, você pode anunciar: “Que dia!… Hoje só quero um pouco de paz e tranqüilidade. O que você acha de irmos ouvindo um pouco de música em silêncio para relaxar?” Em outras palavras, basta apenas apresentar a sua posição e complementá-la com uma proposta concreta.

Outra opção é reformular o ‘não’ como um ‘sim’. Em vez dizer a seu filho: “Nada de brincar enquanto não acabar a lição de casa”, você diz: “Você poderá brincar assim que terminar a sua lição”. Em vez de dizer a um colega de trabalho: “Não posso ajudá-lo enquanto eu não acabar este serviço”, diga: “Terei o máximo prazer em ajudá-lo assim que eu completar este serviço”. Em vez de dizer a um amigo: “Não irei com você ao jogo”, diga: “Encontro você logo depois do jogo”. Em outras palavras, coloque o seu foco no positivo ao mesmo tempo em que estabelece os limites necessários.

Na reeducação alimentar isso também cabe, pois muitas vezes as pessoas que convivem conosco não percebem que nos prejudicam nos oferecendo alimentos calóricos ou simplesmente fazem isso para nos “desafiar”, mesmo que inconscientemente. Nestas situações, seja positiva e imponha seus limites, com saídas específicas também, como por exemplo: “minha reeducação alimentar está indo tão bem que não quero sair da linha, então, obrigada pelo convite, mas coma você este hambúrguer enquanto eu como minha salada” – desta forma, você se sentirá confiante e não se sentirá mal por ter feito algo que não queria, nem culpado por ter parecido grossa ou estúpida com alguém de quem gosta ou tem carinho.

O importante é ter em mente que, embora a palavra ‘não’ nem sempre precise ser pronunciada, a intenção deve ser transmitida de maneira clara e vigorosa, demonstrando que você está segura do que quer. Isto, em outras palavras, chama-se assertividade.

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